top of page

(Des)eterno

27 de fev. de 2025
1 min de leitura

Danilo Magalhães

10/12/2024


Pois, nada é pretensamente eterno

O que se escreve

Ou, se promete

Nem o que sentiu imensidão


Tudo é novo o tempo todo

Como a velha cerveja

no mesmo bar se renova

Mas, não eterniza além das memórias

Ou, talvez, nem disso


Assim também o que é vida

Assim também o que é dor

Pois, nada é pretensamente eterno

Nem dura tanto o que era amor.

Posts recentes

Ver tudo
Tempo de cura

Danilo Magalhães 12/08/2025 Não te engana: Amar não é coisa que se esquece Até lá, cuida teu peito Vive o que merece É tempo de cura. E assim, atrai a ti feito ímã Todo pólo que te completa Todo corpo

 
 
 
Desanuvio

Danilo Magalhães 19/02/2026 Flutuo perdido e te busco. Meu corpo, nuvem pesada Não pretende chover Nega sua natureza ... Até precipitar. Banhar ladeiras. Passeio nublado. Há esquinas em que vejo teu r

 
 
 
Incerto

Danilo Magalhães 22/09/2025 Eis que guardo tudo: Pequeno saco de mesquinharias Em que pese tanta mudança Parece ainda haver o que chorar E assim, sigo mudo O rumo, o prumo, a distração Em que pese ess

 
 
 

Comentários


bottom of page